sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Uma linha tênue

 Quando engravidei de você, filha, senti várias diferentes emoções. Era uma montanha russa. Diante de tanta coisa linda, amor, ansiedade...vinha também o medo, preocupação...."vou dar conta?" "mal consigo deixar a casa em ordem quanto mais cuidar de um pequeno ser?"... Hoje quando vejo você, forte, saudável, com 6 meses (tamanho e peso de 8, rsrs), confesso que bate um orgulho, sabe?  Me sinto uma super mulher, de verdade. Ao mesmo tempo que meu leite sai para te alimentar me encho de orgulho por ter vencido a dor do inicio e continuado a amamentação. Fico com a certeza que ser mãe é o meu melhor papel. Mas aí vem o sofrimento por antecipação: e educar? Vamos ter inteligência emocional para forjar o seu caráter? Vamos criar você, sem te deixar mimada?  Sei que não vou conseguir responder estas perguntas agora, pois é só vivendo para saber, né? Só sei que queremos acertar, sempre. Queremos que você seja justa, que saiba lidar com as pessoas da melhor forma. Que não seja preconceituosa. Que saiba respeitar todos. E isso, esse exemplo, você terá em casa, filha. Pode ter certeza. E se por acaso, a gente errar, filha, perdoa a gente. Com certeza não foi nossa intenção.

Com amor, 

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